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quarta-feira, 16 de outubro de 2013

Guest post: Tarte de ricotta, abóbora e batata doce | Ricotta, pumpkin and sweet potato pie


(scroll down for English)

O Outono que adoro instalou-se com pompa e circunstância, inclusive nas receitas dos nossos convidados. O guest post de hoje chega-nos pelas mãos talentosas da Teresa, com o carimbo do seu Lume Brando, blogue que sigo faz tempo e que me sugeria que a sua mentora fosse uma pessoa tão delicada e especial como os lindos bolos que partilha connosco. E não me enganei. A Teresa, para além de delicada e especial, é simpatica, divertida e uma excelente conversadora. E quando duas matracas se juntam, já sabem, a conversa dá pano para mangas!

***

Uma tarte com sabores mediterrânicos de Outono, feita com carinho a pensar na Ondina e no seu Coentros&Rabanetes.

Se há uns anos me tivessem dito que um dia iria conhecer pessoalmente muitos dos autores dos blogs de cozinha que vou acompanhando, teria respondido que isso era altamente improvável: por ser céptica em relação a amizades iniciadas através de um computador, por ser tímida, por ser insegura, por nunca ter imaginado que em showcookings ou workshops o meu papel pudesse ser outro que não o de participante, por não levar o blog demasiado a sério.
Mas a vida tem essa coisa chamada surpresa. 
E nos últimos tempos, fruto de boas surpresas, tenho vindo a mudar a minha opinião acerca de conhecer pessoalmente quem está por detrás dos blogs que sigo ou dos comentários que me deixam.
A Ondina (ou direi antes, a Joana) foi uma das food bloggers que conheci recentemente, e com quem desde o início criei uma enorme empatia. Somos ambas doidas por loiça e props (na verdade, é uma característica comum a todos os que têm um blog de cozinha e gostam de investir um pouco na componente fotográfica), por revistas e livros de culinária, e acho que podíamos ficar horas no chat a trocar moradas e indicações para lojas, antiquários e feiras de velharias, links para livros e gadgets de cozinha. Mas como não queremos e não podemos cometer loucuras, temo-nos controlado, não é Ondina?
Fiquei por isso muito contente quando recebi o seu convite para um guest post no Coentros&Rabanetes, inspirado na cozinha mediterrânica. Se fazer um guest post era uma honra, fazê-lo sob inspiração mediterrânica seria um prazer. 
E foi assim que surgiu esta tarte de ricotta, abóbora e batata doce, enriquecida com espinafres, que levou ainda rúcula e parmesão no momento de servir. Feita com algumas das compras que fiz no Mercado de Sabores do Continente / Porto.Come (evento onde pude conversar mais um bocadinho com a Ondina, ou melhor, a Joana), como a abóbora e a tarteira quadrada, que mal avistei na banca da César Castro soube que tinha de trazê-la comigo!

Voltando ao início do post, e depois de ter conhecido tanta gente fantástica e inspiradora ligada a este submundo dos blogs de cozinha, de que a Joana (a esta hora já perceberam que Ondina é um nickname) é um exemplo perfeito, vem-me à memória a famosa frase de Julia Child: "the people who love to eat, are always the best people". E quem sou eu para discordar da senhora dona Julia.


Tarte de ricotta, abóbora e batata doce
(inspirada numa lasanha de Lorraine Pascale)

Para a massa
250g de farinha sem fermento

125g de manteiga ou margarina fria

2 ovos pequenos
1 pitada de sal fino

Para o recheio
250g de queijo ricotta
1/2 embalagem de queijo tipo Philadelphia
2 ovos
1 mão cheia de folhas de espinafres frescos
250g de batata doce cozida e descascada
300g de abóbora bolina limpa e descascada
1 cebola grande (usei roxa)
3 dentes de alho
Pimenta preta acabada de moer
Mistura de Sal c/ Ervas do Mediterrâneo (usei da Margão)
1/4 de copo de vinho branco
Azeite
Pão ralado (opcional)
Rúcula
Nozes
Parmesão ralado na hora


Lave bem as batatas doces e coza-as em água com sal durante cerca de 30 minutos (o tempo vai depender do tamanho das batatas).
Prepare a massa: numa taça coloque a farinha, o sal, a manteiga fria cortada em cubos e os ovos.
Amasse com as pontas dos dedos até obter uma massa uniforme e macia. Se achar que está a colar, junte um pouco mais de farinha. Reserve, embrulhada em película aderente, se possível no frigorífico.
Numa sertã, leve ao lume num fundo de azeite a cebola e os alhos picados. Deixe alourar bem e junte a abóbora cortada em pequenos pedaços. Deixe cozinhar e quando a batata doce tiver cozida e descascada (deixe arrefecer antes de fazê-lo!), junte-a à abóbora. Deixe cozinhar um pouco e refresque com o vinho branco.
Tempere com a mistura de sal e ervas do Mediterrâneo, pimenta preta acabada de moer e mais sal se achar necessário. Deixe cozinhar em lume brando até os ingredientes estarem bem macios. Rectifique os temperos e retire do lume. Com um espremedor manual de batatas, amasse até obter um puré grosseiro e deixe arrefecer.
Entretanto forre uma tarteira com a massa (vai sobrar massa que poderá usar para outras receitas, inclusivamente doces), pique-a e leve-a ao frigorífico cerca de 30 mins.
Prepare o recheio, misturando os queijos com os ovos. Reserve.
Pré-aqueça o forno nos 180º C.
Encha a tarteira com feijões ou pesos próprios para cozedura e leve ao forno cerca de 10-15 mins para uma pré-cozedura.
Retire e recheie: a primeira camada será de puré de abóbora e batata doce, a segunda de espinafres e algumas nozes, a terceira da mistura de queijos e ovo. Termine com pão ralado e leve ao forno cerca de 35 mins ou até estar bem dourada.
Antes de servir, espalhe pelo topo algumas folhas de rúcula, nozes e lascas de parmesão.

Nota: se tiver tempo, pode assar a abóbora e a batata doce e fazer o puré do recheio com estes legumes assados.


The Autumn I love finally settled in with pomp and circumstance, including on our guests’ recipes. Today’s guest post comes from Teresa’s talented hands, with the stamp of her Lume Brando, blog that I religiously follow and that always made me think of its mentor as someone so delicate and special as the cakes she shares with us. And I was right. Teresa is not only delicate and special, she’s also nice, funny and a great chatter. And when two talkative girls get together, you can only imagine!

***

A pie with Autumn Mediterranean flavors, made with affection while thinking of Ondina and her Coentros&Rabanetes.

If, some years ago, someone told me that one day I would meet many food bloggers that I follow, I would reply it would be highly unlikely: because I’m skeptical about virtual friendships, because I’m shy, insecure, because I had never thought that in show-cookings or workshops my part could be other than the one of attendant, because I don’t take the blog too seriously.
But life has this thing called surprise.
And, lately, the good surprises have been changing my opinion about meeting the people behind the blogs and comments they leave on my blog.
Ondina, or should I say Joana, is one of the food bloggers that I recently met and we had this bond from the beginning. We’re both crazy about tableware and props (actually this is kind of a common things amongst food bloggers that enjoy photography), about magazines and cookbooks and I think we could stay chatting for hours while exchanging addresses and infos for shops, antiques, markets, book links, and gadgets. But because we don’t want nor can go pauper and bonkers about it, we have been controlling ourselves, right Ondina?
I was truly happy when I got the invitation for a guest post at Coentros&Rabanetes, inspired by Mediterranean cuisine. If doing a guest post already was an honor, doing it under such Mediterranean inspiration would be a real pleasure.
And that’s how this pie, with ricotta, pumpkin, sweet potato and spinach, sprinkled with parmesan and arugula, was born. Some ingredients came from my shopping at Mercado de Sabores do Continente / Porto.come (an event where I got to chat a bit more with Ondina, or better saying, Joana), like the pumpkin and the square pie dish that, as soon as I lay my eyes on it, at César Castro’s stall, I knew I had to buy it!

Going back to the start of this post, and after having met so many great and inspiring people of the food bloggers “underworld”, from which Joana (that by now you already guessed that Ondina is just a nickname) is a perfect example, it comes to my mind the famous sentence by Julia Child: “the people who love to eat, are always the best people". And who am I to disagree with Mrs Child.


Ricotta, pumpkin and sweet potato pie
(inspired by a Lorraine Pascale’s lasagna)

For the dough
250g all purpose flour

125g cold butter

2 small eggs
1 pinch of salt

For the filling
250g ricotta cheese
1/2 package of Philadelphia-type cheese
2 eggs
1 handful of fresh spinach leaves
250g boiled and peeled sweet potato
300g deseeded and peeled pumpkin
1 large onion (used a purple)
3 garlic cloves
Freshly ground pepper
Mix of salt and Mediterranean herbs (used from Margão)
1/4 glass white wine
EVOO
Breadcrumbs (optional)
Arugula
Nuts
Freshly grated parmesan


Wash thoroughly the potatoes and boil them in water with salt for about 30 mins (the time will depend on the potatoes size).
Prepare de dough: in a bowl place the flour, salt, butter in cubes and the eggs.
Work with the tips of your fingers until you have a soft and uniform dough. If the dough is sticky, add a bit more flour. Keep, in the fridge, wrapped in cling film.
In a frying pan, heat the onion and garlic in evoo until golden. Add the pumpkin sliced in small cubes and cook. When the potatoes are cooked and peeled (leave to cool down before peeling!), add them to the pumpkin. Cook for a bit more and add the wine.
Season with the mix of salt and herbs, with pepper and, if necessary, a bit more salt. Cook in a low-medium heat until all ingredients are soft. Check the seasoning and remove from the stove. Mash until you have a rough puree and leave to cool down.
Meanwhile, line the pie dish with the dough (you can use the leftovers for other pies, savory or sweet), prick with a fork and leave in the fridge for 30mins.
Prepare the filling by mixing the cheeses with the eggs. Keep aside.
Pre-heat the oven at 180º C.
Cover the pie dough with beans or proper weights for baking and put in the oven for about 10-15mins for pre-cooking.
Remove and fill: the first layer is the potato and pumpkin puree, the second is spinach and some nuts and the third is the egg and cheese mix. Top with breadcrumbs and return to the oven for 35mins, or until golden.
Before serving, sprinkle with arugula, nuts and parmesan shreds.

Note: if you have time, roast and the pumpkin and the potatoes for the puree.


Obrigada Teresa, pela receita inspiradora e pelas fotos lindas! Thank you so much Teresa, for the inspiring recipe and beautiful photos!

sexta-feira, 13 de setembro de 2013

Salsichas de peru grelhadas com uma simples salada de tomate | Grilled turkey sausages with a simple tomato salad


(scroll down for English)

Chegamos com rapidez ao terceiro guest post. A encantadora Sandra veio de Marmita a tiracolo na nossa viagem pelo Mediterrâneo. E como não podia deixar de ser, trouxe o seu cunho pessoal: comida saudável e saborosa, simples, perfeita para os dias que correm com todo o tempo do mundo. Sim, porque quando "paramos" na Marmita o tempo tem mais tempo, para que possamos apreciar ao pormenor tudo de bom que ela sempre partilha connosco :)
Obrigada Sandra, pela simplicidade dos sabores e pelas fotos que fazem crescer água na boca!

***

Hoje trago um prato muito simples, lembro-me de o fotografar e o senhor cá de casa me dizer... Queres tu ver que as pessoas não sabem grelhar salsichas? Ele até pode ter razão, mas se há coisa que eu gosto é de partilhar as coisas que me dão muito prazer em comer e em fazer. Este prato foi o caso disso: é simples, sem técnicas, sem especiarias estranhas e molhos diferentes. É um prato que pode servir de petisco ou refeição, mas que consegue trazer para qualquer mesa um cheiro a verão que, com o sabor a alho cru e os tomates que vieram do mercado de Triana, fez-me suspirar pelas férias que já lá vão.
Volto a transcrever o que está na imagem e também no logotipo que criei para o blog em tempos: "Receitas para quem cozinha por prazer"
Não por obrigação, como acontece com maior parte das pessoas. Esta é para todos aqueles que sentem o mesmo que eu e a Joana (Ondina Maria): prazer em comer e em cozinhar!

Salsichas de peru grelhadas com uma simples salada de tomate
(2 pessoas)

4 salsichas de perú
2 dentes de alho
1 molho de salsa
3 folhas de manjericão
1 c. sopa de azeite
5 azeitonas verdes sem caroço
3 tomates escuros
1 cacho de tomates cereja
Vinagre balsâmico q.b.
Lascas de parmesão

Preparar o grelhador e levar as salsichas a grelhar apenas com uma pitada de sal. Enquanto elas grelham cortar um dente de alho bem picadinho, ou colocar o alho num almofariz juntamente com a salsa e um fio de azeite, bater tudo muito bem e reservar.
Cortar o tomate a gosto, eu ao tomate em tons de verde cortei bem fino, ao tomate cereja cortei em 4 partes iguais. Dispor na tábua juntamente com as azeitonas e regar com um fio de azeite e umas gotas de vinagre balsâmico, partir o outro dente de alho por cima bem picadinho e por fim umas lascas de parmesão.
Depois de as salsichas estarem bem grelhadas, partir em pequenos pedaços e envolver no preparado que fez no almofariz à pouco.
Servir com pequenos pãezinhos e um bom apetite!


We arrived fast at our third guest post. The lovely Sandra brought her well packed lunchbox on our journey through the Mediterranean. And, as expected, it came with her personal touch: healty, delicious and simple food, perfect for these days that have all the time of the world. Because whenever we stop by at Marmita time has more time, so that we can enjoy all the good things she shares with us :)
Thank you so much Sandra, for the simplicity of flavors and mouth-watering photos!

*** 

Today I bring a really simple dish, remember taking the photos and the man of the house saying to me... Do you really want to see that people don't know how to grill sausages? He might be right, mas if there's something I really enjoy is sharing things that give me pleasure while cooking and eating. And this is the case: simple, without special techniques, strange spices or different sauces. It's a recipe that can be a snack or a meal but will bring to any table the scent of summer. The garlic flavor and the tomatoes that came from Triana's market made me linger on the already past holidays.
I re-write the image sentence that is also in the blog's logo: "Recipes for those who cook for pleasure"
Not as an obligation, like it happens for most people. This one is for all those who feel the same as Joana (Ondina Maria) and I: pleasure in cooking and eating!

Grilled turkey sausages with a simple tomato salad
(serves 2)

4 turkey sausages
2 garlic cloves
1 handful parsley
3 basil leaves
1 tbsp evoo
5 green olives, pitted
3 dark red tomatoes
1 bunch cherry-tomatoes
Balsamic vinegar to taste
Parmesan shreds

Grill the sausages, in a pre-heated griller, with a pinch of salt. Meanwhile, mince 1 garlic clove together with the parsley and a drizzle of evoo (you can use a mortar and pestle) and keep aside.
Cut the tomatoes as you prefer and display in a board along with the olives and a drizzle of evoo and balsamic vinegar. Sprinkle with the other garlic clove (minced) and shreds of parmesan.
Once the sausages are cooked, slice in small bits and mix with the sauce in the mortar.
Serve with bread and enjoy!

sexta-feira, 19 de outubro de 2012

Mezzalunas de massa fresca recheadas com frango

Quanto tempo o Tempo tem? Tem todo o tempo que quisermos que tenha. E assim foi. Num dia em que o Tempo teve tempo que chegou e sobrou, voltamos a viajar pelo mundo da massa fresca. Inteiramente feita por nós e sem recurso ao processador. Fazer massa dá músculo. E fome, muita, muita fome. E apesar de o Tempo ter todo o tempo do mundo, as mezzalunas foram desaparecendo à velocidade da luz. Como se, de repente, tivessem ficado sem tempo...
Mezzalunas de massa fresca recheadas com frango
(adaptado de "Tortellini de pato" de 200 Receitas - Massa, por Maria Ricci)

25g de manteiga sem sal
1 c. sopa de azeite
1 cebola pequena finamente picada
2 caules de aipo finamente picados
1 cenoura finamente picada
200ml de vinho tinto
1 limão (raspa e sumo)
2 c. sopa de tomilho picado
250ml de tomate em lata
2 coxas de frango
2 c. sopa de parmesão ralado
2 c. sopa de miolo de pão branco fresco
1 ovo
Sal e pimenta

Derreter a manteiga com o azeite em lume brando, juntar a cebola, o aipo, a cenoura e cozinhar durante 10mins. Adicionar o vinho e ferver 1min. Deitar a raspa e sumo do limão, o tomilho e o tomate. Deixar ferver novamente. Temperar o frango com sal e adicionar ao molho. Deixar ferver em lume brando, sem tapar, durante 1h30mins, até a carne desprender do osso. Findo esse tempo, separar a carne e colocar num robot até estar bem picada. Misturar com o parmesão, o miolo de pão e o ovo. Reservar o molho.
Estender as placas de massa com a ajuda da máquina. Cortá-las ao meio e colocar cada meia folha no suporte metálico com formatos de meias-luas. Enfarinhar um pouco a massa e aplicar o decalque plástico, para que se forme a cavidade na massa. Retirar o decalque com cuidado e colocar um pouco de recheio nas cavidades. Cobrir com a outra metade da placa de massa e passar o rolo da massa para fazer os cortes. Reservar as meias-luas e proceder de igual modo para a restante massa e recheio.
Cozer as meias-luas em água fervente com sal durante cerca de 3-6 mins, até estarem al dente. Servir com o molho, entretanto reaquecido e com os temperos ajustados, e polvilhar com parmesão em pó.
Aproveito ainda para responder aos desafios deixados por dois blogues amorosos:


1 - Uma viagem: Grécia
2 - Uma banda: impossível escolher apenas uma mas já que não consegui bilhetes para os ver aqui fica manifestada a minha tristeza: Dead Can Dance
3 - Um filme ou uma série: Drácula, de Bram Stoker
4 - Um prato: o último risotto de farinheira feito pelo Vel
5 - Uma cor: preto
6 - Uma personalidade: Leonardo da Vinci
7 - Um país: Itália
8 - Um ingrediente: ovo (haverá algo mais completo e fascinante?)
9 - Um ódio: é sentimento que não vale a pena, penso eu de que...
10 - Um desejo: Que todos os meus sonhos se tornem realidade
11 - Um restaurante: Rogério do Redondo


1 - O melhor momento: todos os que são felizes
2 - A maior surpresa: saber que "determinada" pessoa decidiu ficar em Portugal
3 - Um sonho: muitos: escrever um livro, tirar um curso de fotografia, ganhar o euromilhões antes de ser taxado a 20%
4 - Um livro: Memorial do Convento
5 - Uma flor: Orquídea
6 - Um nome: Simão
7 - Uma música: Pachelbel's Canon em D menor
8 - Um doce: Reese's
9 - Um lamento: Não ter passado mais tempo com as minhas avós
10 - Um desejo: que todos meus sonhos se tornem realidade
11 - Um medo: ficar senil

E aqui fica as 11 coisas sobre mim:

1 - sou um bocadinho stressada e militarista
2 - tenho a mania que sou multitask
3 - tenho opinião sobre quase tudo
4 - falo pelos cotovelos
5 - gosto de cozinhar (algo óbvio, não?)
6 - tenho que me controlar para evitar comprar livros
7 - uso óculos para ler
8 - quando estou irritada todos à minha volta levam por tabela
9 - quando era miúda era um pisco para comer
10 - os vestidos são a peça de roupa perfeita
11 - este ano fiz pipocas pela primeira vez na minha vida

sexta-feira, 28 de setembro de 2012

Bife do lombo à diabo com polenta de ervas grelhada

Estes são tempos de mudança. 
De mudança de estação. Dissemos adeus ao Verão, que apenas deu um ar de sua graça, para acolhermos o Outono em todo o seu esplendor, repleto de sabores e cores que confortam a alma.
De mudanças gerais na sociedade. E neste tema não vamos tecer considerações pois "cada cabeça sua sentença".
De mundanças de paradigmas. Há que saber aceitar que o que lá vai, lá vai, e abraçar com espírito positivo o que está para vir. 
A mudança é algo natural. Faz parte da vida. O mundo (em toda a sua complexidade) está em constante mudança. Se não for ao nível macro, que nos afecta directamente, será a um nível micro, que eventualmente acabará também por nos afectar. Mas sim, tudo muda a todos os milésimos de segundo e portanto não vale a pena tentar combater algo que é tão evidente, necessário e benéfico. 
Por cá também teremos mudanças. Grandes ou pequenas, ainda não sabemos. O tempo dirá. Apesar de tudo há sempre algo permanece constante. A vontade de evoluir, experimentar, melhorar, surpreender. A vontade de comer melhor e mais diversificado, respeitando a sazonalidade e aproveitando o que de bom nos trazem as estações. A vontade de ficar por cá tendo sempre a vossa companhia...


Bife do lombo à diabo com polenta de ervas grelhada
(ambos adaptados de 200 Receitas - Pratos italianos)

4 bifes do lombos (aprox. 175g cada)
2 c. sopa de azeite
2 c. sopa de vinagre balsâmico
75ml de vinho tinto encorpado
1/2 caldo de carne
4 c. sopa de água
2 dentes de alho esmagados
1 c. chá de sementes de funcho esmagadas
1 c. sopa de tomates secos bem picados (quase em pasta)
1/2 c. chá de malaguetas secas esmagadas
Sal e pimenta

750ml de água
225g de polenta instantânea
2 c. sopa de salsa
2 c. sopa de manjericão
2 c. sopa de rúcula selvagem
4 c. sopa de parmesão ralado

Começar por preparar a polenta: colocar a água num tacho e deixar levantar fervura. Adicionar a a polenta de forma lenta mas contínua, mexendo vigorosamente com uma colher de pau para impedir a formação de grumos. Adicionar as ervas, o parmesão, sal e pimenta, deixando cozer em lume brando durante 5 mins, mexendo constantemente, até que esteja espessa e descole das paredes da caçarola. Enformar a polenta numa forma de bolo ingês com capacidade para 1kg. Deixar arrefecer à temperatura ambiente, desenformar e cortar em fatias grossas. Pincelar as fatias com azeite e grelhar 1 min de cada lado num grelhador bem quente.
Entretanto, preparar os bifes, aquecendo o azeite numa frigideira anti-aderente e cozinhando-os 2 mins de cada lado em lume bastante alto até estarem no ponto (bem passados por fora e suculentos por dentro). Reservar num prato, temperar com sal e pimenta e colocar outro prato por cima para conservar a temperatura, mantendo-os sempre próximo do fogão. Colocar o vinagre na fridigeira com o vinho, o caldo e a água e deixar ferver durante 30s, soltando qualquer resto que possa ter ficado agarrado ao fundo. Juntar o alho, o funcho, o tomate seco e as malaguetas. Deixar levantar fervura rápida e manter a temperatura até o molho reduzir e espessar.
Empratar os bifes e incorporar os sucos libertados no molho, temperando com sal e pimenta. Regar os bifes com o molho terminado e servir de imediato com a polenta.

segunda-feira, 20 de agosto de 2012

Cacio e Pepe de massa fresca caseira

Por vezes vamos adiando coisas, experiências, desejos. Até que um dia acontece. Num destes dias, igual a tantos outros, ofereci uma máquina de fazer massa fresca ao Vel. E ontem resolvemos experimentá-la. Fazer massa é fácil. É bom. Descontrai e relaxa. Diverte. E para principiantes não nos saímos nada mal. A massa foi degustada de forma simples, para podermos apreciar o sabor do nosso trabalho (de equipa). Uma salada fresca e colorida, um bom vinho, tempo ameno e parecia que estávamos na "bella Italia". Já para não falar que esta foi, provavelmente, a melhor massa que comemos até hoje. Feita por nós. E estava mesmo, mesmo boa. E isso deixou-nos felizes de tal forma que é difícil descrever com palavras :)
Cacio e Pepe com massa fresca caseira

Massa:
300g de farinha
3 ovos
15ml de azeite
100g de parmesão ralado
Sal e pimenta

Salada:
100g de tomate-cereja
2 queijos frescos
50g de rúcula
10 folhas de sorrel
Azeite e vinagre de framboesa
Sal e pimenta

Para preparar a massa colocar a farinha, os ovos e os 15ml de azeite num processador de alimentos e, com o gancho de massa, ligar na posição mínima até obter uma bola. Retirar a taça do processador, cobrir com um pano e deixar descansar durante 30 mins. Findo esse tempo, dividir a massa em quatro porções e transformar cada uma num rolo. Cobrir 3 porções e, numa superfície enfarinhada, estender a quarta porção. Dobrar a massa em 3 partes, virar a 90º e fazer passar pelos cilindros da máquina abertos na posição máxima. Repetir este processo 8 a 10 vezes ou até que a massa fique macia, elástica e aveludada. A partir daqui não se dobra mais a massa. Reduzir a distância dos cilindros numa medida e passar a massa. Repetir, apertando as medidas até se obter a espessura desejada. Deixar a placa de massa secar durante 10 mins (entretanto pode preparar-se uma nova placa). Findo esse tempo, passar a placa pelo cortador de tagliatelle. Separar cada tirinha e pendurar num cabo para secar. Prosseguir da mesma forma para a restante massa. Cozer a massa em água a ferver até estar al dente. Colocar num escorredor e escorrer ligeiramente, devolvendo à panela de cozedura. Temperar com sal e pimenta moídos na hora, regar com um fiozinho de azeite e servir polvilhada com parmesão ralado.



Para preparar a salada, cortar os tomates-cereja em quartos, e esfarelar os queijos frescos. Adicionar a rúcula e as folhas de sorrel em pedaços. Regar com azeite e vinagre e temperar com sal e pimenta moídos na hora.


Nota: apesar de serem sabores simples, a qualidade dos ingredientes tornou esta refeição numa verdadeira iguaria.

Receita por Ondina Maria e VelSatiS

quinta-feira, 19 de julho de 2012

Risotto cremoso de ervilhas e hortelã com brie


Há dias em que folheamos a nossa biblioteca de culinária e marcamos receitas para fazer. A lista do supermercado vai-se compondo e as nossas ideias para a semana também. Foi num desses dias que marquei este risotto. Quem os faz é Senhor Dom VelSatiS que nunca o tinha encontrado pois tem alguma aversão aos livros de cozinha vegetariana. Por isso cá em casa quem normalmente faz as 3 refeições vegetarianas da semana sou eu. Mas desta vez troquei-lhe as voltas e mostrei-lhe que também ele encontra boas sugestões nesta secção da biblioteca, expandindo assim a sua bela colecção de risottos :)


Risotto cremoso de ervilhas e hortelã com brie
(adaptado de 200 Receitas - Cozinha Vegetariana)

1,5 litros de caldo de legumes
50g de manteiga
1 cebola grande
2 dentes de alho
1 chávena almoçadeira de arroz arborio
150ml de vinho branco
400g de ervilhas
1 punhado de folhas de hortelã
75g de queijo Brie
Sal e pimenta preta
Queijo Parmesão

Fazer o caldo (ou aquecer, se tiver sido preparado noutra altura). Picar finamente a cebola e esmagar os alhos. Numa frigideira de grandes dimensões derreter a manteiga e adicionar a cebola, os alhos e a pimenta, refogando em lume baixo durante 10mins, até que a cebola esteja macia. Acrescentar o arroz e mexer durante 1min. Deitar o vinho e deixar levantar fervura por 2mins, até que esteja completamente absorvido. Juntar as ervilhas e mexer. Deitar um pouco de caldo sobre o arroz e mexer constantemente, em lume médio, até estar completamente absorvido. Continuar a adicionar pequenas porções de caldo sem parar de mexer, durante cerca de 20 mins, até o arroz estar al dente e o caldo absorvido. Retirar a frigideira do lume, juntar a hortelã em pedacinhos, o Brie em cubinhos e mexer. Servir com parmesão ralado na hora.


Receita por VelSatiS

terça-feira, 12 de junho de 2012

Ameijoas à Bulhão Pato e Risotto de tomate


Das maravilhas do mar. E da terra. Dos sabores que são nossos. Pescados pelos nossos, cultivados pelos nossos. Dos produtos locais. Do mercado local. Dos prazeres sazonais. E dos prazeres de todo o ano. De nós para vocês. Para que possam apreciar um pouco daquilo que se come por cá. Experimentem!


Ameijoas à Bulhão Pato e Risotto de tomate

500g de berbigão
4 dentes de alho
300g arroz arborio
1 alho francês 
1/4 pimento vermelho
2 tomates
2 colher de sopa de polpa de tomate
100g rúcula
150ml vinho branco
1 folha de louro
1 ramo de rosmaninho
75g de manteiga
100g parmesão
Sal
Azeite
Pimenta


Lavar bem o berbigão e deixar de molho numa taça com água salgada durante pelo menos uma hora.
Numa frigideira de grandes dimensões com um pouco de azeite alourar o alho francês (em rodelas), para de seguida adicionar o louro, rosmaninho, a cenoura ralada e o pimento picado. Juntar o arroz e mexer bem, adicionar o vinho branco e deixar evaporar. Temperar a gosto e juntar a polpa de tomate e os tomates picados. Adicionar água em pequenas porções,  mexer bem até evaporar a água. Repetir este processo até que o risotto esteja pronto. Terminar com a manteiga, a rúcula e o queijo ralado.
10 mins antes de terminar o risotto, escorrer o berbigão e colocar num tacho com os dentes de alho, o azeite e um pouco da água salgada. Deixar até o berbigão abrir (rejeitar os que ficarem fechados) e servir com o risotto.


Receita por Ondina Maria e VelSatiS

quinta-feira, 12 de abril de 2012

Massa de bacon e cogumelos


O tempo urge. Não houve tempo para grandes compras. Abre o frigorífico. Espreita nos armários. Pára no meio da cozinha sem saber o que fazer. E a fome também não é muita. Mas há outras bocas para alimentar. Já se sentiram assim? Quando as duas pessoas da casa não sabem o que cozinhar? Quando não há cartas na manga nem coelhos na cartola (se os houvesse, estufavam-se) e se olha para os ingredientes e não há uma sinapse caridosa que dê solução ao assunto? Pois. Por vezes há dias assim, em que nem as fotos saem bem...


Massa de bacon e cogumelos

500g de massa penne
1 alho-francês grande
1/2 pimento vermelho
300g de cogumelos frescos
150g de bacon
3 tomates pequenos
Polpa de tomate qb
1 copo de vinho branco
1 iogurte natural
1 punhado de manjericão fresco
Sal, pimenta, parmesão 

Numa frigideira de grandes dimensões colocar o bacon a torrar na própria gordura. Retirar os pedaços para uma folha de papel de cozinha e reservar. Na gordura do bacon refogar o alho francês em rodelas e o pimento em cubinhos. Acrescentar os tomates em pequenos pedaços, a polpa de tomate e os cogumelos fatiados e deixar cozinhar até começarem a reduzir. Acrescentar o vinho e cozinhar por 5 mins. Desligar o lume, adicionar o iogurte e o manjericão picado. Envolver na massa que foi previamente cozida em água abundante e sal e servir polvilhado com parmesão.

segunda-feira, 2 de abril de 2012

Risotto de Abóbora


O fim de semana foi preguiçoso. Deleitar os olhos pelas cores da Primavera que, apesar de um céu mais cinzento, encantaram tudo e todos. Passear, comprar, saborear, apreciar, descansar. Verbos que convidam ao prazer que é passar tempo com aqueles de quem mais gostamos. E porque não trazer um pouco de toda essa cor para o nosso prato? E tornar o passear, comprar saborear, apreciar e descansar ainda mais prazenteiros! 


Chefes, à faca....

300g risotto arborio
1 alho francês
1/4 pimento vermelho
1 cenoura
100g rúcula
300g abóbora
150ml vinho branco
Azeite
Sal
Pimenta
1 raminho de rosmaninho
1 folha de louro 
75g manteiga
100g parmesão


Deixar a abóbora em pedaços a cozer (o caldo).
Numa frigideira de grandes dimensões, ou wok, dourar o alho-francês. De seguida, colocar os legumes acima descritos, ou outros da sua preferência, por ordem de dureza juntamente com a abóbora, louro, rosmaninho e mexer bem. Juntar 150ml de vinho branco e deixar evaporar. Juntar, lentamente, a água em que foi fervida a abóbora até o risotto estar pronto, mexendo sempre. A cor do risotto deverá ser cristalina. Adicionar a manteiga e o parmesão até o risotto apresentar uma consistência cremosa.
Empratar. Bom trabalho Chefe e bom apetite!


Receita por VelSatiS

sexta-feira, 23 de março de 2012

Risotto de cogumelos


A Primavera é uma estação de cores suaves salpicadas por laivos intensos de paixão. Tons amenos mas aconchegantes, com a promessa do calor cálido do sol e a frescura das brisas suaves. É o despertar após o torpor induzido pelo frio, após o recolher quase obrigatório à concha que encerra cada um dos nossos mundinhos. É o apurar dos sentidos. Todos. Em uníssono ficam alerta para a vida que se vai desenrolando num ciclo para lá do milenar. O olhar estende-se no horizonte infinito. A audição vibra com os zumbidos e chilreio. O toque deleita-se com a frescura. O olfacto embriaga-se pelos aromas perfumados. E o paladar, o paladar rende-se aos sabores da estação...



Chefes, à faca....

300g risotto arborio
1 alho francês
300g cogumelos frescos
1 folha de louro
1 ramo de rosmaninho
150ml vinho tinto
100g rúcula
75g de manteiga
100g parmesão
Sal 
Pimenta
Azeite


Deixar os cogumelos em água a ferver (caldo).
Numa frigideira de grandes dimensões com azeite deixar alourar o alho francês (em rodelas). De seguida juntar o louro, o rosmaninho, os cogumelos (laminados) e o arroz. Adicionar o vinho e temperar. Depois de evaporado o vinho junte o caldo anteriormente reservado em porções e mexer até a água evaporar, repetir o processo até o arroz se encontrar correctamente cozido. Por fim corrigir os temperos e juntar a rúcula, manteiga e o parmesão ralado. Misturar bem e servir.
Bom trabalho Chefe e bom apetite!


Receita por VelSatiS

segunda-feira, 19 de março de 2012

Massa batoteira


Durante a semana andamos sempre a correr. O tempo nunca chega. Ou melhor, o tempo chega até nós mas vai embora num abrir e fechar de olhos. E por fazer ficam milhentas coisas. E por dizer ficam outras tantas. E ficam pessoas por ver, telefonemas por fazer. Por vezes, até o jantar quase fica também ele por fazer. Para os dias assim, convém sempre ter ingredientes salva-vidas. Ou melhor, salva-barrigas!


Massa batoteira

300g de bacon em cubos
1 alho-francês grande
1 frasco (340g) de molho de tomate para bolonhesa (Pingo Doce)
2 iogurtes gregos naturais
Leite magro q.b.
500g de tagliatelle
Parmesão em pó (opcional)

Cozer a massa em água abundante e sal.
Numa frigideira grande colocar o bacon e deixá-lo fritar na própria gordura até estaladiço. Juntar o alho francês em rodelas e refogar. Adicionar o molho de tomate, incorporar os iogurtes e juntar leite até o molho ter a consistência desejada.
Quando a massa estiver al dente, escorrer e misturar no molho de tomate. Servir polvilhado com parmesão em pó.


Um pouco de batota nunca fez mal a ninguém e assim por vezes temos mais tempo para aquilo que realmente importa :)

quinta-feira, 15 de março de 2012

Lasagna alla Bolognese


Depois de um dia pela serra, a ver o gado pastar, ouvir o som da água nas cascatas, respirar o ar fresco e puro e aproveitar tudo o que tem de bom a natureza em dias amenos, chegar a casa pede descanso. É vê-los a querer sentar à mesa e ter um lauto jantar no prato, à espera do tilintar dos talheres nos pratos. Lamentamos! Mas por aqui isso não acontece! Não vive aqui nenhuma fada do lar escravizada. As nossas fadas do lar são sindicalizadas e têm folgas como os demais. Por isso, mesmo depois de um longo passeio, fomos para a cozinha, pois quatro mãos trabalham mais depressa do que duas. E foi a quatro mãos que fizemos esta Lasagna alla Bolognese, tão típico da gastromonia Emiliana mas, ao mesmo tempo, tão universal que podemos bem dizer ser um prato típico de qualquer um de nós!



Lasagna alla Bolognese

500g de carne de vaca picada
1 cebola grande
1 cenoura
2 dentes de alho
2 tomates maduros
250ml de polpa de tomate
250ml de vinho tinto
Azeite
Sal
Pimenta
Salsa
Louro
Pau de canela
60g de manteiga
100g de farinha
800ml de leite
Sal
Noz-moscada
Parmesão ralado
350g de placas de massa fresca


Colocar num tacho a cebola picada e os dentes de alho em azeite a alourar. De seguida, juntar a carne picada e deixar em baixo lume até ganhar cor. Adicionar os restantes ingredientes: cenoura, louro, canela, os tomates em pedaços e o vinho tinto. Temperar a gosto (sal, pimenta e salsa). Quando o vinho se encontrar parcialmente evaporado juntar a polpa de tomate e deixar em lume médio durante cerca de 30 minutos. Provar e ajustar temperos.
Entretanto, preparar o bechamel derretendo a manteiga. Misturar a farinha e mexer enquanto forma bolas. Deixar cozinhar um minuto e adicionar adicionar um pouco de leite, mexendo sempre. Continuar a adicionar o leite, aos poucos, mexendo sempre e tendo cuidado para não pegar no fundo do tacho. Terminar quando o bechamel tiver a consistência desejada. Temperar com sal e noz-moscada. Reservar.
Para a montagem da lasanha, untar uma travessa refratária, cobrir com uma camada de carne, uma camada de bechamel e uma camada de placas de massa. Repetir até terminar a carne e as placas, terminando com uma camada final de bechamel polvilhado com parmesão ralado.
Levar ao forno pré-aquecido a 180º C durante cerca de 40 mins. Esperar 15 mins antes de cortar e servir.