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segunda-feira, 4 de novembro de 2013

Salada colorida de Outono e um desafio | Autumn colorful salad


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Novembro chegou de mansinho sem quase darmos por ele. E quando nos apercebemos, é mês de aniversário. O Coentros&Rabanetes no formato entre-marido-e-mulher-é-que-se-mete-a-colher está de parabéns pelos seus dois aninhos. Ainda é um blog bébé mas já nos ensinou muita coisa. E principalmente já nos "apresentou" pessoas maravilhosas e deliciosas. Quem diria, que o acto de fé (como muito bem disse a Suzana) que é escrever um blogue pudesse ter um retorno tão positivo e trazer consigo tanta, mas tanta gente e tanta coisa boa. Muito obrigado por estarem desse lado e por acompanharem as nossas aventuras e desventuras dentro da nossa mini-cozinha preta !


Hoje a receita é de festa. Uma salada colorida e festiva, uma verdadeira ode ao Outono. E porque uma festa de aniversário nunca está completa sem a parte da brincadeira e dos jogos, resolvemos lançar-vos um desafio.
Lembram-se de partilharmos convosco o nosso backstage, onde tiramos as fotos e porquê (ver aqui)? Nesse mesmo dia referimos o quanto gostavamos de conhecer o vosso backstage e o porquê dele (se é porque tem boa luz, se é o local que têm disponível, se é o que vos dá mais jeito, etc...).
Portanto, não se acanhem, mostrem-nos tudo! E se quiserem partilhar algumas dicas sobre fotografia, saímos todos a ganhar!
Como concorrer: façam um post no vosso blogue com link de referência para este post e deixem um comentário aqui, com o link da vossa publicação, até dia 30 de Novembro. A cada publicação será atribuído um número de chegada e no final haverá um pequeno sorteio aleatório. A publicação escolhida irá receber um presente personalizado. O desafio é válido para Portugal Continental e ilhas.
Então, estamos combinados? Toca a mostrar esses backstages!!!!


Salada colorida de Outono

100g de rúcula selvagem
1 dióspiro rijo
1 queijo de cabra de pasta dura Bilores
1/2 romã (bagos)
Pimenta de 5 bagas moída na hora
Creme balsâmico

Dispor a rúcula no fundo da travessa ou dos pratos. Colocar o dióspiro fatiado e cortado em bocadinhos. Desfazer o queijo e espalhar por cima da salada. Cobrir com bagos de romã e temperar com pimenta moída na hora. Salpicar com gotas de creme balsâmico e servir.


November arrived gently, without us noticing it. And, when we realized it's a birthday month. Coentros&Rabanetes as a shared blog between husband and wife is two years old. Even though it's a baby blog it already taught us as lot. But most of all, it introduced us to wonderful and delicious people. Who would say that the act of faith (as Suzana very well said) that is writing a blog would have such a positive feedback and, moreover, bring with it so, so many good people and so many good things. Thank you so much for being on that side of the screen and for following our adventures and misfortunes within out tiny back kitchen!


Autumn colorful salad

100g arugula
1 hard persimmon
1 hard goat cheese (Bilores)
1/2 pomegranate (berries)
Freshly ground pepper
Balsâmic cream

Place the arugula on the plate. Top with the sliced persimmon. Crush the cheese and distribute through the salad. Sprinkle with the pomegranate berries and season with the pepper. Finish with droplets of balsamic cream and serve.


quarta-feira, 16 de outubro de 2013

Guest post: Tarte de ricotta, abóbora e batata doce | Ricotta, pumpkin and sweet potato pie


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O Outono que adoro instalou-se com pompa e circunstância, inclusive nas receitas dos nossos convidados. O guest post de hoje chega-nos pelas mãos talentosas da Teresa, com o carimbo do seu Lume Brando, blogue que sigo faz tempo e que me sugeria que a sua mentora fosse uma pessoa tão delicada e especial como os lindos bolos que partilha connosco. E não me enganei. A Teresa, para além de delicada e especial, é simpatica, divertida e uma excelente conversadora. E quando duas matracas se juntam, já sabem, a conversa dá pano para mangas!

***

Uma tarte com sabores mediterrânicos de Outono, feita com carinho a pensar na Ondina e no seu Coentros&Rabanetes.

Se há uns anos me tivessem dito que um dia iria conhecer pessoalmente muitos dos autores dos blogs de cozinha que vou acompanhando, teria respondido que isso era altamente improvável: por ser céptica em relação a amizades iniciadas através de um computador, por ser tímida, por ser insegura, por nunca ter imaginado que em showcookings ou workshops o meu papel pudesse ser outro que não o de participante, por não levar o blog demasiado a sério.
Mas a vida tem essa coisa chamada surpresa. 
E nos últimos tempos, fruto de boas surpresas, tenho vindo a mudar a minha opinião acerca de conhecer pessoalmente quem está por detrás dos blogs que sigo ou dos comentários que me deixam.
A Ondina (ou direi antes, a Joana) foi uma das food bloggers que conheci recentemente, e com quem desde o início criei uma enorme empatia. Somos ambas doidas por loiça e props (na verdade, é uma característica comum a todos os que têm um blog de cozinha e gostam de investir um pouco na componente fotográfica), por revistas e livros de culinária, e acho que podíamos ficar horas no chat a trocar moradas e indicações para lojas, antiquários e feiras de velharias, links para livros e gadgets de cozinha. Mas como não queremos e não podemos cometer loucuras, temo-nos controlado, não é Ondina?
Fiquei por isso muito contente quando recebi o seu convite para um guest post no Coentros&Rabanetes, inspirado na cozinha mediterrânica. Se fazer um guest post era uma honra, fazê-lo sob inspiração mediterrânica seria um prazer. 
E foi assim que surgiu esta tarte de ricotta, abóbora e batata doce, enriquecida com espinafres, que levou ainda rúcula e parmesão no momento de servir. Feita com algumas das compras que fiz no Mercado de Sabores do Continente / Porto.Come (evento onde pude conversar mais um bocadinho com a Ondina, ou melhor, a Joana), como a abóbora e a tarteira quadrada, que mal avistei na banca da César Castro soube que tinha de trazê-la comigo!

Voltando ao início do post, e depois de ter conhecido tanta gente fantástica e inspiradora ligada a este submundo dos blogs de cozinha, de que a Joana (a esta hora já perceberam que Ondina é um nickname) é um exemplo perfeito, vem-me à memória a famosa frase de Julia Child: "the people who love to eat, are always the best people". E quem sou eu para discordar da senhora dona Julia.


Tarte de ricotta, abóbora e batata doce
(inspirada numa lasanha de Lorraine Pascale)

Para a massa
250g de farinha sem fermento

125g de manteiga ou margarina fria

2 ovos pequenos
1 pitada de sal fino

Para o recheio
250g de queijo ricotta
1/2 embalagem de queijo tipo Philadelphia
2 ovos
1 mão cheia de folhas de espinafres frescos
250g de batata doce cozida e descascada
300g de abóbora bolina limpa e descascada
1 cebola grande (usei roxa)
3 dentes de alho
Pimenta preta acabada de moer
Mistura de Sal c/ Ervas do Mediterrâneo (usei da Margão)
1/4 de copo de vinho branco
Azeite
Pão ralado (opcional)
Rúcula
Nozes
Parmesão ralado na hora


Lave bem as batatas doces e coza-as em água com sal durante cerca de 30 minutos (o tempo vai depender do tamanho das batatas).
Prepare a massa: numa taça coloque a farinha, o sal, a manteiga fria cortada em cubos e os ovos.
Amasse com as pontas dos dedos até obter uma massa uniforme e macia. Se achar que está a colar, junte um pouco mais de farinha. Reserve, embrulhada em película aderente, se possível no frigorífico.
Numa sertã, leve ao lume num fundo de azeite a cebola e os alhos picados. Deixe alourar bem e junte a abóbora cortada em pequenos pedaços. Deixe cozinhar e quando a batata doce tiver cozida e descascada (deixe arrefecer antes de fazê-lo!), junte-a à abóbora. Deixe cozinhar um pouco e refresque com o vinho branco.
Tempere com a mistura de sal e ervas do Mediterrâneo, pimenta preta acabada de moer e mais sal se achar necessário. Deixe cozinhar em lume brando até os ingredientes estarem bem macios. Rectifique os temperos e retire do lume. Com um espremedor manual de batatas, amasse até obter um puré grosseiro e deixe arrefecer.
Entretanto forre uma tarteira com a massa (vai sobrar massa que poderá usar para outras receitas, inclusivamente doces), pique-a e leve-a ao frigorífico cerca de 30 mins.
Prepare o recheio, misturando os queijos com os ovos. Reserve.
Pré-aqueça o forno nos 180º C.
Encha a tarteira com feijões ou pesos próprios para cozedura e leve ao forno cerca de 10-15 mins para uma pré-cozedura.
Retire e recheie: a primeira camada será de puré de abóbora e batata doce, a segunda de espinafres e algumas nozes, a terceira da mistura de queijos e ovo. Termine com pão ralado e leve ao forno cerca de 35 mins ou até estar bem dourada.
Antes de servir, espalhe pelo topo algumas folhas de rúcula, nozes e lascas de parmesão.

Nota: se tiver tempo, pode assar a abóbora e a batata doce e fazer o puré do recheio com estes legumes assados.


The Autumn I love finally settled in with pomp and circumstance, including on our guests’ recipes. Today’s guest post comes from Teresa’s talented hands, with the stamp of her Lume Brando, blog that I religiously follow and that always made me think of its mentor as someone so delicate and special as the cakes she shares with us. And I was right. Teresa is not only delicate and special, she’s also nice, funny and a great chatter. And when two talkative girls get together, you can only imagine!

***

A pie with Autumn Mediterranean flavors, made with affection while thinking of Ondina and her Coentros&Rabanetes.

If, some years ago, someone told me that one day I would meet many food bloggers that I follow, I would reply it would be highly unlikely: because I’m skeptical about virtual friendships, because I’m shy, insecure, because I had never thought that in show-cookings or workshops my part could be other than the one of attendant, because I don’t take the blog too seriously.
But life has this thing called surprise.
And, lately, the good surprises have been changing my opinion about meeting the people behind the blogs and comments they leave on my blog.
Ondina, or should I say Joana, is one of the food bloggers that I recently met and we had this bond from the beginning. We’re both crazy about tableware and props (actually this is kind of a common things amongst food bloggers that enjoy photography), about magazines and cookbooks and I think we could stay chatting for hours while exchanging addresses and infos for shops, antiques, markets, book links, and gadgets. But because we don’t want nor can go pauper and bonkers about it, we have been controlling ourselves, right Ondina?
I was truly happy when I got the invitation for a guest post at Coentros&Rabanetes, inspired by Mediterranean cuisine. If doing a guest post already was an honor, doing it under such Mediterranean inspiration would be a real pleasure.
And that’s how this pie, with ricotta, pumpkin, sweet potato and spinach, sprinkled with parmesan and arugula, was born. Some ingredients came from my shopping at Mercado de Sabores do Continente / Porto.come (an event where I got to chat a bit more with Ondina, or better saying, Joana), like the pumpkin and the square pie dish that, as soon as I lay my eyes on it, at César Castro’s stall, I knew I had to buy it!

Going back to the start of this post, and after having met so many great and inspiring people of the food bloggers “underworld”, from which Joana (that by now you already guessed that Ondina is just a nickname) is a perfect example, it comes to my mind the famous sentence by Julia Child: “the people who love to eat, are always the best people". And who am I to disagree with Mrs Child.


Ricotta, pumpkin and sweet potato pie
(inspired by a Lorraine Pascale’s lasagna)

For the dough
250g all purpose flour

125g cold butter

2 small eggs
1 pinch of salt

For the filling
250g ricotta cheese
1/2 package of Philadelphia-type cheese
2 eggs
1 handful of fresh spinach leaves
250g boiled and peeled sweet potato
300g deseeded and peeled pumpkin
1 large onion (used a purple)
3 garlic cloves
Freshly ground pepper
Mix of salt and Mediterranean herbs (used from Margão)
1/4 glass white wine
EVOO
Breadcrumbs (optional)
Arugula
Nuts
Freshly grated parmesan


Wash thoroughly the potatoes and boil them in water with salt for about 30 mins (the time will depend on the potatoes size).
Prepare de dough: in a bowl place the flour, salt, butter in cubes and the eggs.
Work with the tips of your fingers until you have a soft and uniform dough. If the dough is sticky, add a bit more flour. Keep, in the fridge, wrapped in cling film.
In a frying pan, heat the onion and garlic in evoo until golden. Add the pumpkin sliced in small cubes and cook. When the potatoes are cooked and peeled (leave to cool down before peeling!), add them to the pumpkin. Cook for a bit more and add the wine.
Season with the mix of salt and herbs, with pepper and, if necessary, a bit more salt. Cook in a low-medium heat until all ingredients are soft. Check the seasoning and remove from the stove. Mash until you have a rough puree and leave to cool down.
Meanwhile, line the pie dish with the dough (you can use the leftovers for other pies, savory or sweet), prick with a fork and leave in the fridge for 30mins.
Prepare the filling by mixing the cheeses with the eggs. Keep aside.
Pre-heat the oven at 180º C.
Cover the pie dough with beans or proper weights for baking and put in the oven for about 10-15mins for pre-cooking.
Remove and fill: the first layer is the potato and pumpkin puree, the second is spinach and some nuts and the third is the egg and cheese mix. Top with breadcrumbs and return to the oven for 35mins, or until golden.
Before serving, sprinkle with arugula, nuts and parmesan shreds.

Note: if you have time, roast and the pumpkin and the potatoes for the puree.


Obrigada Teresa, pela receita inspiradora e pelas fotos lindas! Thank you so much Teresa, for the inspiring recipe and beautiful photos!

sábado, 21 de setembro de 2013

Guest Post: Pizza de rúcula e tomate seco | Arugula and dry tomato pizza


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Foi dos primeiros blogues que comecei a seguir. As cores vívidas e as imagens nítidas prendiam o olhar. Acompanhei, virtualmente, a sua mudança e adaptação a um novo país e fico contente por saber que está bem, feliz, integrada. A Helena, além de ser uma simpatia, traz paz e serenidade ao meu olhar com os seus Sabores de Canela, de onde vem uma das receitas mais apreciada cá em casa: massa fresca de tomate
Obrigada Helena, por partilhares connosco o teu trabalho tão harmonioso e por trazeres estas fatias do Mediterrâneo, perfeitas para partilhar entre ambos os lados do oceano Atlântico :)

Pizza de rúcula e tomate seco

(ingredientes para 1 pizza de 30cm)
150g de farinha sem fermento
50g de farinha de centeio
2 c. sopa de azeite
100ml de água
1/2 cubo de fermento fresco
1/2 c. sopa de sal

Guarnição
8 esferas pequenas de mozzarella fresca
10 tomates secos 
2 c. sopa de molho de tomate e ervas*
16 azeitonas pretas sem caroço
Folhas de rúcula

Preparação

Na taça batedeira dissolva o fermento em água, misture o sal e o azeite e junte a farinha. Bata com o gancho de amassar na velocidade mínima durante 10 minutos. Tape e deixe levedar.
Quando duplicar o volume estenda a massa numa superfície enfarinhada até obter um disco de 30 cm.
Ligue o forno temperatura 220º C.
Pincele com o molho base de tomate e ervas e leve ao forno por poucos minutos, de preferência numa pedra refractária, sem deixar a massa dourar. Retire, rasgue a mozzarella e espalhe por cima, rasgue o tomate seco e distribua pela pizza e por último as azeitonas.
Leve ao forno e quando a massa estiver cozida, retire e regue a pizza com um fio de azeite. Corte as fatias, coloque rucula por cima e sirva.

*molho de tomate e ervas- triture um tomate com oregãos ou manjericão.

***

It was one of the first blogs I started following. The vivid colors and sharp images are eye-cacthing.
I virtually followed her moving and adaptation to a new country and feell happy to see her well, happy, integrated. Helena, apart from being very nice as a person, brings peace and serenity to my eyes with her Sabores de Canela (Cinnamon Flavors), where we found one of our favorite recipes: tomato fresh pasta.
Thank you so much Helena, for sharing with us your harmonious work and for bringing these Mediterranean slices, perfect for sharing between both sides of the Atlantic ocean :)

Arugula and dry tomato pizza

(ingredients for a 30cm pizza)
150g white flour
50g rye flour
2 tbsp evoo
100ml water
1/2 cube fresh yeast
1/2 tbsp salt

Guarnishing
8 small balls fresh mozzarella
10 dry tomatoes 
2 tbsp tomato and herbs sauce*
16 black olives, pitted
Arugula leaves

Preparation

In the food processor's bowl dissolve the yeats in water, mix the salt and evoo, add the flour. With the dough hook knead on a minimum speed for 10 mins. Cover and leave rising.
Once the dough has doubled in size, roll it on a floured surface until you have a 30cm disk.
Turn on the oven at 220º C.
Swab the dough base with the tomato and herb sauce and leave in the oven for a few mins, preferably in a refractary stone, without it being golden. Remove from the oven, tear the mozarrela balls and the dry tomatoes and spread on top of the pizza, together with the olives.
Return to the oven and remove once the pizza is cooked. Drizzle with evoo, slice, cover with the arugula and serve.

*tomato and herb sauce - mash a tomato together with oregano or basil.

sexta-feira, 20 de setembro de 2013

Figos, feta e creme balsâmico | Figs, feta and balsamic cream


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Setembro é mês de todos os acontecimentos. Ponto. 
Começou com férias, muita praia, muito bom tempo, muito descanso. Muita comida boa e muito passeio. Pelas curvas e contracurvas do Douro Vinhateiro estendemos o olhar de socalco em socalco, adivinhando a vindima que se irá iniciar em breve.


Em São João da Pesqueira comemos e choramos por mais na Pizzaria Snack-Bar Pesqueirense: uma posta de vitela à casa acompanhada de vinho tinto da casa. Descemos por Marialva e Trancoso, em visita de mais Aldeias Históricas de Portugal.



 

E terminamos na Guarda, para rever amigos do coração e conhecer um local muito especial.

 

 

O regresso ao trabalho ficou adiado com mais 2 semanas de férias forçadas: um atropelamento (sem ossos partidos nem deslocados) obrigou esta cozinheira a ficar em casa. E enquanto a recuperação se faz a passos lentos (literalmente!!!!) as refeições são simples e fáceis: hinos ao Verão enquanto o Outono tenta chegar de mansinho e sem pedir licença :)

Sandes aberta de figos e feta

1 fatia de pão de Padronelo
100g queijo feta, fatiado
3 figos, em quartos
Creme balsâmico
Pimenta moída na hora
1 punhado de rúcula selvagem (biológica e caseira)

Torrar o pão (opcional). Dispor as fatias de queijo sobre o pão torrado e enfeitar com os quartos de figo. Regar com o creme balsâmico e temperar com a pimenta. Terminar com a rúcula e servir.


September is the month of all events. Final stop.
It started with holidays, beach, great weather, a lot of resting. Good food and travelling.
On the serpent road through the Douro Vineyards we glanced from step to step, guessing the harvest that will soon start.


At São João da Pesqueira we ate and wept for more at Pizzaria Snack-Bar Pesqueirense: a generous veal dish and wine of the house. We continued down the road stopping at Marialva and Trancoso, on our quest for the Historic Villages of Portugal.





And we finally arrived at Guarda, to visit dear friends and see a very special place.

 

 

The return to work got postponed for two more weeks of forced holidays: a running over (with no broken nor displaced bones) forced this cook to stay home. And while the recovery takes place at a slow pace (literally!) meals are simple and easy: hymns to Summer while Autumm slowly arrives without asking for permission :)

Figs and feta open sandwish

1 slice Padronelo Bread
100g feta, sliced
3 figs, in quarts
Balsamic cream
Pepper freshly ground
1 handful of arugula (bio and homegrown)

Toast the bread (optional). Display the feta slices on the bread and place the fig quarters. Drizzle with the balsamic cream and season with the pepper. Top with the arugula and serve.

domingo, 30 de junho de 2013

Linguine vendido ao camarão | Linguine sold out to the prawn


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Os sabores do Verão. Esse Verão atrasado que chegou avassalador, com toda a pujança e todo o calor da estação. Como se S. Pedro nos quisesse ensinar uma lição: choravam pelos cantos que era só chuva e frio e nevoeiro, pois agora tomem lá o calor infinito da morte para ver se gostam! Com o santo irado, resta-nos remetermo-nos à nossa insignificância e tirar o melhor partido daquilo que nos coube em sorte. Os sabores do Verão. Frescos. Vibrantes. Simples. Aromáticos.


Linguine vendido ao camarão

Camarões qb
2 a 3 dentes de alho
1 cubo de caldo de marisco
Azeite
1/4 c. chá de chili em pó

Numa panela larga, alourar o alho picado (no esmagador de alho) com o chili e caldo de marisco numa boa quantidade de azeite. Adicionar os camarões e cozinhar em lume médio até estarem cor de laranja. Reservar.


500g linguine al nero di sépia
100g tomate-cereja caseiro, em quartos
1 tomate coração de boi, em cubinhos
50g rúcula
Folhas de manjericão fresco

Cozer o linguine em água abundante com sal até estar quase al dente. Escorrer e devolver ao tacho, regando com molho dos camarões. Misturar bem, adicionar os tomates, a rúcula e o manjericão, envolvendo muito bem para apurar os sabores. Servir acompanhado pelos camarões.


The flavors of Summer. That late Summer that arrived overwhelmingly, with all the mighty and all the heat of the season. As if S. Peter is teaching us a lesson: you people always complaining about the rain and cold and fog, now take the infinit heat of death and see if you like it! With a raging saint, all we can do is remain in our insignificancy and enjoy the best of this situation. The flavors of Summer. Fresh. Vibrant. Simple. Aromatic.


Linguine sold out to the prawn

Prawns for 4
2 to 3 garlic cloves
1 cube seafood stock
Olive oil
1/4 tsp chili powder

In a large saucepan, cook the minced garlic with the stock and chili in a generous amount of olive oil until golden. Add the prawns and cook in medium heat until orange. Reserve.


500g linguini al nero di sépia
100g homemade cherry-tomatos, in quarters
1 heirloom tomato, cubed
50g arugula
Fresh basil leaves

Boil the linguine in salted water until almost al dente. Drain and return to the pan, drizzle with the sauce from the prawns and mix well. Add the tomatos, arugula and basil and mix thoroughly to enhance all flavors. Serve with the prawns.


domingo, 23 de junho de 2013

Penne de azeitona com mozzarella e tomate | Olive penne with mozzarella and tomato


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Estamos de regresso. Uma semana de intenso passeio. De laurear a pevide até não poder mais. De calcorrear muitos kilómetros. Porto. Setúbal. Troia. Porto Covo. Vila Nova de Milfontes. Almograve. Zambujeira do Mar. Odemira. Beja. Évora. Guarda. Vermiosa. Castelo Rodrigo. Porto. No coração trazemos cores, cheiros, sabores. Trazemos a alegria de rever pessoas queridas. Trazemos a barriga cheia de boa comida, mesa farta, copo cheio de vinho bom.
Mas estamos de regresso. E trazemos a vontade das comidas que são nossas e que sabem a casa. É bom passear. Muito bom. Mas também é bom voltar.


Penne de azeitona com mozzarella e tomate

500g de penne de azeitona
300g tomate-cereja
3 bola de mozzarella
1 punhado de rúcula
Folhas de manjericão a gosto
Sal e pimenta moída na hora
Azeite extra virgem Gallo Reserva

Cozer a massa em água abundante com sal. Cortar os tomates em quartos e o mozzarella em cubinhos. Escorrer a massa e devolver ao tacho. Regar com o azeite e temperar com sal e pimenta e o manjericão. Adicionar o tomate, o queijo e a rúcula. Misturar bem e servir.


We're back. After a week of intense travel. Of sightseeing until we couldn't no more. Of driving for many miles. Porto. Setúbal. Troia. Porto Covo. Vila Nova de Milfontes. Almograve. Zambujeira do Mar. Odemira. Beja. Évora. Guarda. Vermiosa. Castelo Rodrigo. Porto. In our hearts we bring colors, fragances, flavors. We bring the joy of gathering with dear friends. We bring our bellies filled with good food, abundant tables, glass full of great wine.
But we're back. And we bring the desire for foods that are ours, that taste like home. It's great to travel. Really great. Mas it's also great to come back.


Olive penne with mozzarella and tomato

500g olive penne 
300g cherry tomatos
3 mozzarella balls
1 arugula handfull
Basil leaves to taste
Salt and pepper freshly ground
Extra virgin olive oil

Boil the pasta in abundant water with salt. Slice the tomatos in quartes and the mozzarella in small cubes. Drain the past and return to the pan. Drizzle with olive and season with salt, pepper and basil. Mix well with the tomatos, cheese and arugula and serve.