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segunda-feira, 12 de janeiro de 2015

Paté de salmão fumado | Smoked salmon paté

Photo with iPad mini @ http://instagram.com/ondina_maria/

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O ano começou frio e solarengo, convidando a passeios pela cidade ou pelo campo. Na altura devida, fez-se o balanço do que passou e tomaram-se algumas resoluções que serão importantes ou não, passageiras ou definitivas, mas isso o tempo dirá. Durante as Festas cometemos os nossos pecados gastronómicos como todas as boas almas deste mundo. No entanto, e como consideramos ter uma alimentação bastante cuidada e saudável durante todo o ano, não sentimos a necessidade do detox-pós-festas que parece ter atacado a blogosfera. E como o prometido é devido, vamos continuar a partilhar convosco os petiscos que fizemos para a família e amigos - alguém tem que vos fazer cair em tentação! :p

Paté de salmão fumado

200g salmão fumado
400g queijo creme com ervas
1 c.sopa de endro seco
Pimenta 5 bagas moída na hora

Colocar todos os ingredientes no robot de cozinha e misturar até obter uma pasta homogénea. Servir polvilhado com mais endro e pimenta.

***

The year started cold and sunny, inviting us to stroll around the city or the countryside. At the right time, we made a balance of the days gone by and had our epiphanies for new year's resolutions. During the Holiday Season we had our gastronomic sins, as all the good souls of this world. However, and since we have fairly healthy and controlled eating habits, we do not find the urge to have those post-holidays-detox that seem to sprout around the blogosphere. So, as we promised before, it's time to share our Holidays treats with you - someone has to be the devil over your shoulder! :p

Smoked salmon paté

200g smoked salmon
400g cream cheese with fine herbs
1 tbsp dried dill
Freshly ground pepper

Place all the ingredients in the food processor and blend until you have a smooth paste. Serve sprinkled with more dill and pepper.

quarta-feira, 16 de outubro de 2013

Guest post: Tarte de ricotta, abóbora e batata doce | Ricotta, pumpkin and sweet potato pie


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O Outono que adoro instalou-se com pompa e circunstância, inclusive nas receitas dos nossos convidados. O guest post de hoje chega-nos pelas mãos talentosas da Teresa, com o carimbo do seu Lume Brando, blogue que sigo faz tempo e que me sugeria que a sua mentora fosse uma pessoa tão delicada e especial como os lindos bolos que partilha connosco. E não me enganei. A Teresa, para além de delicada e especial, é simpatica, divertida e uma excelente conversadora. E quando duas matracas se juntam, já sabem, a conversa dá pano para mangas!

***

Uma tarte com sabores mediterrânicos de Outono, feita com carinho a pensar na Ondina e no seu Coentros&Rabanetes.

Se há uns anos me tivessem dito que um dia iria conhecer pessoalmente muitos dos autores dos blogs de cozinha que vou acompanhando, teria respondido que isso era altamente improvável: por ser céptica em relação a amizades iniciadas através de um computador, por ser tímida, por ser insegura, por nunca ter imaginado que em showcookings ou workshops o meu papel pudesse ser outro que não o de participante, por não levar o blog demasiado a sério.
Mas a vida tem essa coisa chamada surpresa. 
E nos últimos tempos, fruto de boas surpresas, tenho vindo a mudar a minha opinião acerca de conhecer pessoalmente quem está por detrás dos blogs que sigo ou dos comentários que me deixam.
A Ondina (ou direi antes, a Joana) foi uma das food bloggers que conheci recentemente, e com quem desde o início criei uma enorme empatia. Somos ambas doidas por loiça e props (na verdade, é uma característica comum a todos os que têm um blog de cozinha e gostam de investir um pouco na componente fotográfica), por revistas e livros de culinária, e acho que podíamos ficar horas no chat a trocar moradas e indicações para lojas, antiquários e feiras de velharias, links para livros e gadgets de cozinha. Mas como não queremos e não podemos cometer loucuras, temo-nos controlado, não é Ondina?
Fiquei por isso muito contente quando recebi o seu convite para um guest post no Coentros&Rabanetes, inspirado na cozinha mediterrânica. Se fazer um guest post era uma honra, fazê-lo sob inspiração mediterrânica seria um prazer. 
E foi assim que surgiu esta tarte de ricotta, abóbora e batata doce, enriquecida com espinafres, que levou ainda rúcula e parmesão no momento de servir. Feita com algumas das compras que fiz no Mercado de Sabores do Continente / Porto.Come (evento onde pude conversar mais um bocadinho com a Ondina, ou melhor, a Joana), como a abóbora e a tarteira quadrada, que mal avistei na banca da César Castro soube que tinha de trazê-la comigo!

Voltando ao início do post, e depois de ter conhecido tanta gente fantástica e inspiradora ligada a este submundo dos blogs de cozinha, de que a Joana (a esta hora já perceberam que Ondina é um nickname) é um exemplo perfeito, vem-me à memória a famosa frase de Julia Child: "the people who love to eat, are always the best people". E quem sou eu para discordar da senhora dona Julia.


Tarte de ricotta, abóbora e batata doce
(inspirada numa lasanha de Lorraine Pascale)

Para a massa
250g de farinha sem fermento

125g de manteiga ou margarina fria

2 ovos pequenos
1 pitada de sal fino

Para o recheio
250g de queijo ricotta
1/2 embalagem de queijo tipo Philadelphia
2 ovos
1 mão cheia de folhas de espinafres frescos
250g de batata doce cozida e descascada
300g de abóbora bolina limpa e descascada
1 cebola grande (usei roxa)
3 dentes de alho
Pimenta preta acabada de moer
Mistura de Sal c/ Ervas do Mediterrâneo (usei da Margão)
1/4 de copo de vinho branco
Azeite
Pão ralado (opcional)
Rúcula
Nozes
Parmesão ralado na hora


Lave bem as batatas doces e coza-as em água com sal durante cerca de 30 minutos (o tempo vai depender do tamanho das batatas).
Prepare a massa: numa taça coloque a farinha, o sal, a manteiga fria cortada em cubos e os ovos.
Amasse com as pontas dos dedos até obter uma massa uniforme e macia. Se achar que está a colar, junte um pouco mais de farinha. Reserve, embrulhada em película aderente, se possível no frigorífico.
Numa sertã, leve ao lume num fundo de azeite a cebola e os alhos picados. Deixe alourar bem e junte a abóbora cortada em pequenos pedaços. Deixe cozinhar e quando a batata doce tiver cozida e descascada (deixe arrefecer antes de fazê-lo!), junte-a à abóbora. Deixe cozinhar um pouco e refresque com o vinho branco.
Tempere com a mistura de sal e ervas do Mediterrâneo, pimenta preta acabada de moer e mais sal se achar necessário. Deixe cozinhar em lume brando até os ingredientes estarem bem macios. Rectifique os temperos e retire do lume. Com um espremedor manual de batatas, amasse até obter um puré grosseiro e deixe arrefecer.
Entretanto forre uma tarteira com a massa (vai sobrar massa que poderá usar para outras receitas, inclusivamente doces), pique-a e leve-a ao frigorífico cerca de 30 mins.
Prepare o recheio, misturando os queijos com os ovos. Reserve.
Pré-aqueça o forno nos 180º C.
Encha a tarteira com feijões ou pesos próprios para cozedura e leve ao forno cerca de 10-15 mins para uma pré-cozedura.
Retire e recheie: a primeira camada será de puré de abóbora e batata doce, a segunda de espinafres e algumas nozes, a terceira da mistura de queijos e ovo. Termine com pão ralado e leve ao forno cerca de 35 mins ou até estar bem dourada.
Antes de servir, espalhe pelo topo algumas folhas de rúcula, nozes e lascas de parmesão.

Nota: se tiver tempo, pode assar a abóbora e a batata doce e fazer o puré do recheio com estes legumes assados.


The Autumn I love finally settled in with pomp and circumstance, including on our guests’ recipes. Today’s guest post comes from Teresa’s talented hands, with the stamp of her Lume Brando, blog that I religiously follow and that always made me think of its mentor as someone so delicate and special as the cakes she shares with us. And I was right. Teresa is not only delicate and special, she’s also nice, funny and a great chatter. And when two talkative girls get together, you can only imagine!

***

A pie with Autumn Mediterranean flavors, made with affection while thinking of Ondina and her Coentros&Rabanetes.

If, some years ago, someone told me that one day I would meet many food bloggers that I follow, I would reply it would be highly unlikely: because I’m skeptical about virtual friendships, because I’m shy, insecure, because I had never thought that in show-cookings or workshops my part could be other than the one of attendant, because I don’t take the blog too seriously.
But life has this thing called surprise.
And, lately, the good surprises have been changing my opinion about meeting the people behind the blogs and comments they leave on my blog.
Ondina, or should I say Joana, is one of the food bloggers that I recently met and we had this bond from the beginning. We’re both crazy about tableware and props (actually this is kind of a common things amongst food bloggers that enjoy photography), about magazines and cookbooks and I think we could stay chatting for hours while exchanging addresses and infos for shops, antiques, markets, book links, and gadgets. But because we don’t want nor can go pauper and bonkers about it, we have been controlling ourselves, right Ondina?
I was truly happy when I got the invitation for a guest post at Coentros&Rabanetes, inspired by Mediterranean cuisine. If doing a guest post already was an honor, doing it under such Mediterranean inspiration would be a real pleasure.
And that’s how this pie, with ricotta, pumpkin, sweet potato and spinach, sprinkled with parmesan and arugula, was born. Some ingredients came from my shopping at Mercado de Sabores do Continente / Porto.come (an event where I got to chat a bit more with Ondina, or better saying, Joana), like the pumpkin and the square pie dish that, as soon as I lay my eyes on it, at César Castro’s stall, I knew I had to buy it!

Going back to the start of this post, and after having met so many great and inspiring people of the food bloggers “underworld”, from which Joana (that by now you already guessed that Ondina is just a nickname) is a perfect example, it comes to my mind the famous sentence by Julia Child: “the people who love to eat, are always the best people". And who am I to disagree with Mrs Child.


Ricotta, pumpkin and sweet potato pie
(inspired by a Lorraine Pascale’s lasagna)

For the dough
250g all purpose flour

125g cold butter

2 small eggs
1 pinch of salt

For the filling
250g ricotta cheese
1/2 package of Philadelphia-type cheese
2 eggs
1 handful of fresh spinach leaves
250g boiled and peeled sweet potato
300g deseeded and peeled pumpkin
1 large onion (used a purple)
3 garlic cloves
Freshly ground pepper
Mix of salt and Mediterranean herbs (used from Margão)
1/4 glass white wine
EVOO
Breadcrumbs (optional)
Arugula
Nuts
Freshly grated parmesan


Wash thoroughly the potatoes and boil them in water with salt for about 30 mins (the time will depend on the potatoes size).
Prepare de dough: in a bowl place the flour, salt, butter in cubes and the eggs.
Work with the tips of your fingers until you have a soft and uniform dough. If the dough is sticky, add a bit more flour. Keep, in the fridge, wrapped in cling film.
In a frying pan, heat the onion and garlic in evoo until golden. Add the pumpkin sliced in small cubes and cook. When the potatoes are cooked and peeled (leave to cool down before peeling!), add them to the pumpkin. Cook for a bit more and add the wine.
Season with the mix of salt and herbs, with pepper and, if necessary, a bit more salt. Cook in a low-medium heat until all ingredients are soft. Check the seasoning and remove from the stove. Mash until you have a rough puree and leave to cool down.
Meanwhile, line the pie dish with the dough (you can use the leftovers for other pies, savory or sweet), prick with a fork and leave in the fridge for 30mins.
Prepare the filling by mixing the cheeses with the eggs. Keep aside.
Pre-heat the oven at 180º C.
Cover the pie dough with beans or proper weights for baking and put in the oven for about 10-15mins for pre-cooking.
Remove and fill: the first layer is the potato and pumpkin puree, the second is spinach and some nuts and the third is the egg and cheese mix. Top with breadcrumbs and return to the oven for 35mins, or until golden.
Before serving, sprinkle with arugula, nuts and parmesan shreds.

Note: if you have time, roast and the pumpkin and the potatoes for the puree.


Obrigada Teresa, pela receita inspiradora e pelas fotos lindas! Thank you so much Teresa, for the inspiring recipe and beautiful photos!

quinta-feira, 18 de julho de 2013

Bolo frio de queijo, lima e framboesa | No-bake lime and raspberry cheesecake


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- Preferem doces ou salgados?
A resposta do Vel é óbvia. Salgados. Ponto. Final. Parágrafo. Já eu fico qual tolo no meio da ponte.
- Não posso ter "ambos os dois"?
De facto não é uma escolha fácil. De todo. Apesar de os doces serem menos habituais à nossa mesa, admito que sou lambareira. Sim. Lambareira. Gulosos são os fraquinhos. E se passo os dias a pensar em comida, também os passo a pensar em sobremesas. Claro que a comida aparece no prato todos os dias, já a sobremesa, é quando dá. É quando apetece e temos os ingredientes e temos a vontade. E se por vezes opto por voltar às receitas que faço de olhos fechados, outras vezes arrisco e lanço-me ao desconhecido. E petisco! :)


Bolo frio de queijo, lima e framboesa

300g de bolachas (usei chipmix com pepitas de chocolate porque era o que tinha em casa quase a passar do prazo, mas prefiro bolachas de aveia)
75g de manteiga sem sal
400g queijo Philadelphia light
250g queijo mascarpone Galbani
390g leite condensado magro
4 limas (raspa + sumo)
2 folhas gelatina
300g framboesas


Num robot de cozinha, processar as bolachas em areia. Adicionar a manteiga até obter uma massa areada. Cobrir o fundo de uma tarteira amovível (previamente forrado com papel vegetal) com a massa, pressionando bem e deixando nivelado. Levar ao frigorífico durante cerca de 30mins. Entretanto, preparar o recheio: numa taça, misturar os queijos, à temperatura ambiente. Juntar o leite condensado, o sumo e a raspa das limas e incorporar muito bem. Se a consistência não for firme o suficiente, adicionar 2 folhas de gelatina (previamente demolhadas e levadas ao microondas 10 seg num pouquinho de água). Verter o recheio para dentro da forma e levar novamente ao frigorífico (de preferência de um dia para o outro. Enfeitar com framboesas e servir acompanhado de puré de framboesa (framboesas migadas).


- Do you prefer sweet or savory?
Vel's reply is obvious. Savory. Final stop. I feel like Humpty Dumpty balancing on top of the wall.
- Can't I have both?
It is not an easy choice. At all. Even though sweets are not so frequent at our dinner table, I admit I'm a sweet tooth. A big one. And if I spend my days dreaming about food, I also spend them thinking about desserts. Of course food appears on the plate everyday, many times a day but when it comes to dessert, things are pretty different. They come around when there's time, ingredients and will. And if sometimes I choose to go on the safe side of the known-by-heart desserts, other times I take a chance and plunge into the unknown! :)


No-bake lime and raspberry cheesecake

300g cookies (used chocolate chip cookies because they were in the kitchen cupboard nearly past the expiracy date, but Ii do prefer oatmeal cookies)
75g unsalted butter
400g Philadelphia light
250g mascarpone Galbani
390g light condensed milk
4 limes (zest + juice)
2 gelatin sheets
300g raspberries


Crumble the cookies in a food processor. Add the butter and processe until you have a crumbly dough. Spread the dough on the base of a spring form tin previously covered with baking paper. Refrigerate for 30mins. Meanwhile, prepare the filling: whisk the room temperature cheeses and mix them with the condensed milk and the limes juice and zest. If necessary, add the gelatin (previously soaked and microwaved for 10 secs in a bit of water). Top the cookie base with the filling and return to the fridge (ideally overnight). Garnish with raspberries and serve with raspberry puree (mashed raspberries).

domingo, 26 de maio de 2013

Rosa verde e os benefícios da dieta mediterrânica | Greeny pink and the mediterranean diet beneficts


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Chamam-lhe dieta, mas na verdade é um estilo de vida. Um pelo qual temos uma grande admiração e somos muito influenciados. 
Segundo um estudo científico (Willet et all, 1995), esta dieta é baseada nos padrões típicos de alimentação da ilha de Creta, bem como da restante Grécia e Sul de Itália durante o início dos anos 60. Neste período, é caracterizada pela abundância de alimentos plantados (fruta, vegetais, pães e outras formas de cereais, batatas, feijões, frutos secos e sementes), por alimentos locais frescos e sazonais com o mínimo de processamento, fruta fresca como sobremesa diária típica, por doces com açúcares concentrados ou mel consumidos apenas algumas vezes por semana, por azeite como a principal fonte de gordura, por produtos lácteos (principalmente queijo e iogurte) consumidos diariamente em quantidades baixas ou moderadas, por peixe e carne de aves consumidos em quantidade baixas ou moderadas, por um máximo de 4 ovos consumidos semanalmente, por carne vermelha consumida em baixas quantidades e por vinho, consumido em quantidades baixas ou moderadas, sempre acompanhando as refeições. Tudo isto marcado ainda por actividade física regular. O estudo conclui que a dieta mediterrânica constitui uma tradição centenária que contribui para uma saúde excelente, promove o bem-estar e o prazer e é uma parte vital da herança cultural colectiva mundial. Este estilo de vida pode, para as populações da bacia do Mediterrâneo, ser facilmente preservado e revitalizado nos dias de hoje. 
Com tantos benefícios e facilidade em conseguirmos adoptar este estilo de vida, seria insensato da nossa parte não o continuar a aplicar no nosso dia-a-dia. Aproveitem e juntem-se a nós nesta caminhada :)


Sumo de morango, melancia e menta

Morangos
Melancia sem sementes
Folhas de menta
Água fresca

Nas quantidades desejadas, colocar todos os ingredientes no liquidificador, misturando até estar homogéneo.


Tostas de queijo de nozes e rabanetes

2 fatias de Life-changing-loaf-of-bread (feito com azeite)
Queijo fresco de nozes para barrar
2 rabanetes fatiados
Coentros (secos e frescos)
Sal e mistura de pimentas moída na hora

Torrar o pão, barrar com o queijo e cobrir com as fatias de rabanetes. Temperar com os coentros, sal e pimenta.


They call it a diet but in fact it is a lifestyle. One that inspire us and that we greatly admire. 
Accordingly to a scientífic paper (Willet at al, 1995) the Mediterranean diet is based on food patterns typical of Crete, much of the rest of Greece, and southern Italy in the early 1960s. During this period, it can be described by the following broad characterístics: abundance of plant foods (fruit, vegetables, breads, other forms of cereals, potatoes, beans, nuts, and seeds); minimally processed, seasonally fresh and locally grown goods; fresh fruit as the typical daily dessert, with sweets containing concentrated sugars of honey consumed a few times per week; olive oil as the primary source of fat; dairy products (mainly cheese and yoghurt) consumed daily in low to moderate amounts; fish and poultry consumed in low to moderate amounts, maximum of 4 eggs consumed weekly, red meat consumed in low amounts and wine consumed in low to moderate amounts, normally with meals. All of this with regular physical activity. The study concludes that the Mediterranean diet constitutes a centuries-old tradition that contributes to excellent health, provides a sense of pleasure and well-being, and forms a vital part of the world's collective cultural heritage. For Mediterrean people, the dieat can be readily preserved and revitalized within a modern lifestyle.
With so many beneficts, it would be higly unwise for us not to continue adopting this lifestyle on a daily basis. Care to join us in this journey? :)


Strawberry, watermelon and mint juice

Strawberries
Watermelon (deseeded)
Fresh mint leaves
Ice-cold water

Put all the ingredients in the liquifier and blitz until smooth. Serve cold.


Walnut cheese and radish toasts

2 slices of Life-changing loaf of bread (made with olive oil)
Walnut cream cheese
2 radishes, thinly sliced
Coriander and cilantro
Salt and pepper mixed freshly ground

Toast the bread, spread with the cheese and top with the radishes slices. Sprinkle with the herbs and season with the salt and pepper.


sábado, 27 de abril de 2013

Wraps de frango com compota de malagueta | Chicken and hot chilli jam wraps

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São bons os dias passados em casa, na preguiça. Jardinar só mesmo nos intervalos do descanso, porque o corpo também precisa de recuperar da lufa-lufa do dia-a-dia. E enquanto se recarregam as baterias resta muito pouca energia para o que quer que seja, inclusivé para preparar refeições. Mas quem disse que um almoço preguiçosamente simples não pode ser absolutamente delicioso?


Wraps de frango com compota de malagueta

Wraps de trigo
Rúcula qb
Queijo fresco para barrar (simples ou com alho e ervas finas - o meu preferido)
Sobras de frango de churrasco
Compota de malagueta

Colocar a rúcula no centro dos wraps e barrar com o queijo. Dividir as sobras de frango por cada wrap e cobrir com compota de malagueta. Fechar os wraps em envelope e servir.

Compota de malagueta
(adaptado de Chilli Jam, de Nigella Lawson)

150g de malaguetas pequenas frescas (sem sementes e cortadas em 4)
150g de pimento vermelho (sem sementes e cortado em pedacinhos)
1kg de acúcar
600ml de vinagre de cidra

Esterilizar os frascos e deixar arrefecer.
Colocar as malaguetas no processador de alimentos e pulsar até estarem finamente cortados. Adicionar o pimentos e pulsar novamente, até se obter uma pasta vermelho-viva.
Numa panela larga, dissolver o açúcar no vinagre, em lume baixo e sem mexer. Adicionar a pasta vermelha, aumentar o lume e deixar ferver por 10 mins. Retirar a panela do lume e deixar arrefecer durante cerca de 40 mins ou até as partículas vermelhas ficarem dispersas pela geleia. Colocar nos frascos e fechar.

Nota: utilizar luvas para trabalhar com as malaguetas!!!!
The days spent at home, in slumber, are just perfect. Gardening is only during the breaks of resting, because the body needs to recover from the rats race.And while we charge batteries there's not much energy left, even to feed ourselves. Who said a lazily simples lunch couldn't be absolutely delicious?


Chicken and hot chilli jam wraps

Wheat wraps
Arugula
Cottage cheese (simple or with garlic and fine herbs - my fave)
Barbecue chicken leftovers
Hot chilli jam

Cover the wraps with arugula and spread the cheese. Place the chicken leftovers and top with the jam. Fold as an envelop and serve.

Hot chilli jam
(adapted from Chilli Jam by Nigella Lawson)

150g bird eye fresh red chilli peppers (deseeded and cut into 4 pieces)
150g red peppers (cored, deseeded and cut into rough chunks)
1kg jam sugar
600ml cider vinegar

Sterilize your jars and leave to cool.
Put the cut-up chillies into a food processor and pulse until they are finely chopped. Add the chunks of red pepper and pulse again until you have a vibrantly red-flecked processor bowl.
Dissolve the sugar in the vinegar in a wide, medium-sized pan over a low heat without stirring.
Scrape the chilli-pepper mixture out of the bowl and add to the pan. Bring the pan to the boil, then leave it at a rollicking boil for 10 minutes. Take the pan off the heat and allow it cool. The liquid will become more syrupy, then from syrup to viscous and from viscous to jelly-like as it cools. After about 40 minutes, or once the red flecks are more or less evenly dispersed in the jelly (as the liquid firms up, the hints of chilli and pepper start being suspended in it rather than floating on it), ladle into your jars. If you want to stir gently at this stage, it will do no harm. Then seal tightly.

Note: use gloves when handling the hot chillies!!!!

quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013

Tostas agridoces com batido de kefir, dióspiro e canela para jantares solitários

 
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Num dia em tudo é pensado para momentos a dois, nós pensamos nos momentos solitários. Porque nem sempre todas as nossas refeições são com companhia. Muitas vezes damos por nós sentados no sofá a comer qualquer coisa rápida. Nessas alturas a vontade de cozinhar é pouca e tentamos matar a fome com algo rápido, eficaz e indolor. Num dia em que tudo é pensado para dois, nós pensamos nos que são apenas um. 
Tostas agridoces com batido de kefir, dióspiro e canela

300ml de kefir espesso
1 dióspiro
Canela a gosto

2 fatias de pão integral caseiro
Queijo de barrar com alho e ervas finas
Queijo de barrar com 3 pimentas
Compota de mirtilos

No liquidificador, misturar o kefir, o dióspiro sem casca e a canela. Entretanto, torrar as fatias de pão. Barrar um das fatias com o queijo de ervas e a outra com o queijo de pimenta. Terminar cada uma com uma colher generosa de comporta de mirtilos. Servir as tostas acompanhadas pelo batido.
Uma sugestão simples e saborosa. Quer estejam sós ou acompanhados :)
On a day where everything is thought for moments for two, we think about the solitary moments. Just because not all our meals are with company. Many times we find ourselves on the couch grabbing something quick to eat. On those days we don't even feel like cooking at all and we try to ease our hunger with somethings quick, easy and painless. On a day where everything is thought for two, we think about those who are just one.
Sweet&sour toasts with kefir, persimmon and cinnamon shake

300ml thick kefir
1 persimmon
Cinnamon to taste

2 slices homemade whole bread
Garlic and herbs cheese spread
3 peppers cheese spread
Blueberry jam

Blitz the kefir with the peeled persimmon and cinamon. Meawhile, toast the bread, spread each cheese on one of the toasts and top with the jam. Serve with the shake.
A suggestion that is simple and tasty. Where you're accompanied or alone :)

quinta-feira, 17 de maio de 2012

Cheesecake sem cake e uns morangos borrachos


Esta sobremesa vem atrasada. Mas ainda assim chegou a tempo. Foi feita para a Mãe, ou para o dia dela, mas qualquer dia é um bom dia para partilhar uma belíssima taça. Desta vez as bolachas não foram convidadas, mas os mais gulosos podem sempre triturar umas quantas para o fundo das taças, apreciando assim o crocante do cake. Sobrou mais espaço para a fruta e para o iogurte, que apesar de grego continua caro. E hoje, com este tempo que não se decide se é frio ou se é quente, esta sobremesa ganhou novos contornos e fez o seu sorrateiro caminho para ser finalmente partilhada. Tragam as vossas colheres!


Cheesecake sem cake e uns morangos borrachos

500g de morangos
200g de queijo creme de barrar
500g de iogurte grego
1 cálice de licor de framboesa
Açúcar baunilhado q.b.

Lavar os morangos, retirar o pé e triturar com açúcar a gosto. Misturar o queijo com o iogurte e o licor. Preparar as taças colocando a mistura branca no fundo e cobrindo com a polpa de morango. Levar ao frigorífico pelo menos 3h antes de servir.


Em vez do licor de framboesa pode ser utilizado qualquer licor da vossa preferência, resulta muito bem com Lemoncello. Pode também substituir-se o licor por raspa e sumo de limão ou lima (ou até laranja, tangerina, toranja), mas poderá ser necessário adicionar um pouco de açúcar ou adoçar mais a polpa de morango, para compensar a adição dos citrinos.